O alto custo de uma TI reativa e não proativa
Se você é dono de empresa ou gestor de um setor inteiro, talvez já tenha passado pelo seguinte cenário: chega na empresa de manhã querendo focar nos resultados, mas, logo nos primeiros minutos do dia, problemas ligados à TI começam a acontecer e se acumular.
- Equipe inoviT
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Se você é dono de empresa ou gestor de um setor inteiro, talvez já tenha passado pelo seguinte cenário: chega na empresa de manhã querendo focar nos resultados, mas, logo nos primeiros minutos do dia, problemas ligados à TI começam a acontecer e se acumular.
A impressora não reconhece a rede, o sistema de vendas está travando e o novo funcionário não consegue trabalhar porque a máquina dele não foi configurada. Em uma ou duas horas de expediente, você deixou de ser gestor de um negócio para se tornar um “bombeiro” de TI, tentando soluções improvisadas ou pendurado no chat com o suporte.
Essa é a postura reativa em TI: quando o setor não está estruturado para resolver demandas de forma proativa e você, bem como seus sócios ou gestores, têm de reagir a todo momento, pois sempre surge um problema novo e sempre é mais urgente resolvê-lo do que fazer qualquer outra coisa.
O custo disso vai muito além da fatura do conserto. Vamos ver!
O custo invisível de uma TI que só reage
Muitas empresas acreditam que economizam ao manter um suporte informal ou um contrato de TI que só responde quando acionado. Outras organizações, por outro lado, simplesmente estão defasadas ou fizeram um planejamento insuficiente.
Não importa a causa: se a TI se tornou uma área da empresa que, ao invés de planejar e monitorar, está só reagindo a demandas constantes, resolvendo problemas urgentes todos os dias, o resultado é o mesmo: estresse, perda de tempo (e produtividade) e custos ocultos extras no orçamento.
Quando sua TI atua apenas para consertar o que já quebrou e troca a proatividade pelo “apagar de incêndios”, sua operação sofre com:
Perda de foco: toda vez que a diretoria ou a gerência precisa parar para tomar decisões técnicas simples, o crescimento da empresa fica em segundo plano.
Gargalos de produtividade: funcionários parados esperando o atendimento do suporte representam horas pagas de trabalho jogadas fora.
Custos imprevisíveis: A TI vira uma caixinha de surpresas, já que ninguém sabe quando a rede vai cair ou quanto vai custar o próximo conserto emergencial.
Decisões financeiras equivocadas: Sem uma orientação técnica preventiva, a tendência é comprar equipamentos errados ou gastar com soluções paliativas que não resolvem a raiz do problema.
Prevenir o fogo ao invés de apagar o incêndio
Um setor de TI bem estruturado e sintonizado com a necessidade da empresa não é aquele que resolve mais chamados mais rápido, mas aquele que evita a necessidade de abri-los. A efetividade não se mede pelos problemas resolvidos, mas pelos problemas evitados.
Enquanto sua TI hoje talvez espere o servidor cair para começar a trabalhar, um setor proativo, planejado, trabalha em prevenção, atuando nos bastidores para que a queda nem chegue a acontecer.
Como diz o ditado: prevenir é melhor do que remediar. Quando o assunto é TI corporativa, a prevenção não garante apenas tranquilidade, mas também produtividade e economia.
A TI proativa atua da seguinte forma:
Monitoramento preventivo contínuo: Identificar que um disco rígido está prestes a falhar ou que a memória de um servidor está no limite antes que a equipe sinta a lentidão. É acompanhamento real, 24 horas por dia, 7 dias por semana, com o script pronto quanto ao que fazer antes que o problema aconteça.
Gestão e manutenção preventivas: Planejar a troca e a atualização de máquinas com antecedência, garantindo que novos colaboradores encontrem seus computadores 100% prontos todos os dias. Também vale para renovação de licenças, aquisição de programas, etc.
Planejamento de infraestrutura: dimensionar corretamente os recursos e equipamentos necessários para um funcionamento adequado, garantindo que a infraestrutura não se torne uma fonte recorrente de problemas.
Terceirizar para tranquilizar
Se a necessidade é trocar incêndios constantes pela tranquilidade de uma TI planejada com foco robusto em prevenção, terceirizar a infraestrutura e o suporte de TI com uma empresa especializada pode ser a solução.
Não se trata apenas de contratar técnicos para arrumar computadores; é adquirir governança e tranquilidade para o seu negócio. Com uma equipe dedicada cuidando da sua tecnologia, o atendimento deixa de ser um transtorno e passa a ser uma ferramenta de eficiência.
Você ganha um parceiro que entende a rotina da sua operação, fala a sua língua sem jargões desnecessários e garante que seus sistemas permaneçam no ar. O papel do dono ou do gerente de uma empresa é fazer o negócio crescer e liderar pessoas e não gerenciar chamados de informática. Isso se torna papel da terceirizada.
Pensando nisso, não perca tempo: troque reação por proatividade, incêndio por prevenção e transforme o caos operacional contínuo na tranquilidade de ter um time especializado e dedicado de TI resolvendo problemas antes que aconteçam. Chame a INOVIT e faça hoje mesmo um diagnóstico!
Renato Carneiro – CEO INOVIT | INOVIT Consultoria e Soluções em TI
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