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Gestão de TI

Downtime: como o tempo “fora do ar” causa prejuízos e como se prevenir

Um dos maiores pesadelos de qualquer setor operacional de empresa é alguém dizer no meio do escritório: “O sistema caiu!”. Equipe de braços cruzados olhando para a tela, setor de suporte correndo para lá e pra cá, clientes reclamando, arquivos indisponíveis… só de imaginar o caos (e o prejuízo) de ter um sistema fora do ar, muitos empresários têm calafrios.

  • Equipe inoviT
  • 5 min de leitura
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Um dos maiores pesadelos de qualquer setor operacional de empresa é alguém dizer no meio do escritório: “O sistema caiu!”. Equipe de braços cruzados olhando para a tela, setor de suporte correndo para lá e pra cá, clientes reclamando, arquivos indisponíveis… só de imaginar o caos (e o prejuízo) de ter um sistema fora do ar, muitos empresários têm calafrios.

É o chamado downtime, ou seja, o tempo que um sistema, serviço ou infraestrutura de TI fica indisponível para uso. O tempo “fora do ar” é encarado como um transtorno – e é mesmo –, mas o real problema não está no “susto” ou na correria, mas no prejuízo financeiro causado por essa indisponibilidade.

Hoje vamos entender por que o downtime aparece, como resolvê-lo e por que ele é tão grave para a sua empresa no aspecto financeiro. Vamos lá!

Horas que custam caro

Não importa a causa: se o sistema cai, o prejuízo não apenas é certo, como é proporcional ao tempo em que sua empresa ficou “fora do ar”. Segundo relatório da Netscout Systems, o Brasil é o segundo país do mundo onde o downtime custa mais caro, perdendo apenas para a Alemanha: mais de 300 dólares por hora, em média!

Não há dúvida: downtime é prejuízo e sinal de problemas. Vejamos o porquê:

Vendas, muitas vezes, dependem de sistemas de CRM. Nesses casos, o downtime significa um funil de vendas quase que totalmente inoperante;

O setor de atendimento pode não conseguir entregar demandas – às vezes simples – dos clientes, gerando sobrecarga e reclamações;

Inúmeros setores operacionais que dependem de arquivos na nuvem e softwares integrados entre si podem acabar paralisados pelo downtime;

Se a empresa presta serviços a terceiros, o risco é grande de ter o prazo (SLA) quebrado, o que pode gerar penalidades financeiras automáticas;

O setor de suporte terá de ser direcionado para “apagar o incêndio”, o que pode gerar problemas em cascata em outras áreas da TI da empresa.

Além de tudo isso, vale lembrar que resolver o downtime em si pode custar caro: às vezes, é preciso chamar uma empresa especializada de última hora, adquirir algum software ou equipamento, etc.

Vistos os custos diretos e mais imediatos, há que se pensar ainda no prejuízo indireto, algo muitas vezes negligenciado pelos gestores. Vejamos:

Mancha na reputação da empresa, prejudicando sua confiança no mercado;

Desgaste da equipe, que fica sobrecarregada em meio ao caos e produz menos;

Perda de oportunidades de negócio, jogando fora inúmeros possíveis novos clientes, parcerias etc.

Vale lembrar que, se a causa do downtime for um ataque cibernético, a situação fica ainda pior. Vamos ver um pouco mais sobre isso a seguir!

Os vilões do downtime

Por que uma “queda de sistema” acontece? A maioria dos downtimes é causada por alguma negligência na gestão da TI da empresa, seja quanto à cibersegurança, seja por equipamento obsoleto ou simples falha humana.

O pior cenário é quando acontece um ataque de ransomware. Já falamos aqui no blog sobre esse vilão digital tão perigoso ao ambiente corporativo: um programa malicioso que “sequestra” arquivos e impede que a empresa os acesse, pedindo o pagamento de um resgate para liberá-los.

Pela sua natureza invasiva, bloqueando dados fundamentais à operação de processos e programas dos mais diversos, o ransomware pode derrubar o sistema inteiro de uma empresa, e é aqui que ele se relaciona com nosso tema principal.

Trata-se de um cenário tenebroso: além da queda do sistema em si, você estará impedido de acessar os próprios arquivos, risco de vazamento de dados, reputação possivelmente comprometida… e o tempo para se recuperar de um downtime causado por ransomware pode ser muito maior do que uma “queda de sistema” comum.

Além disso, são algumas possíveis causas para um downtime:

Hardware obsoleto: servidores que queimam, switches que travam e todo tipo de falha material causada por equipamentos velhos.

Erro humano: configurações malfeitas ou funcionários que deletam arquivos cruciais sem querer, por exemplo.

Queda de conexão: se a empresa depende de um único link de internet e a operadora falhar, fica isolada do mundo (e da nuvem).

Causas de “quedas” são muitas; como vimos, entretanto, se o assunto for cibersegurança, o problema tende a ser bem mais grave. De toda forma, é possível mitigar riscos em todos esses campos, garantindo uma chance de falha baixíssima. Vejamos como!

Soluções: driblando as “quedas”

Prevenir downtimes exige trabalho em várias frentes. Cibersegurança, equipamento, treinamento adequado da equipe e conectividade adequada são exemplos de áreas que precisam ser tratadas com cuidado a fim de garantir estabilidade (e disponibilidade) dos sistemas.

São algumas formas de evitar as “quedas” tão temidas por todo empresário:

Monitoramento 24/7, isto é, 24 horas por dia, sete dias por semana;

Planejamento de backup com testes reais de restauração de arquivos;

Investimento especializado em cibersegurança;

Links de internet redundantes;

Planejamento adequado de softwares e manutenção de atualizações e licenças;

Revisão e manutenção periódica dos equipamentos utilizados.

A chave para o sucesso na disponibilidade do seu sistema é entender que só um trabalho integrado e especializado pode reduzir os riscos a níveis seguros… e garantir que o downtime será de pouco impacto, com os sistemas voltando ao pleno funcionamento rapidamente.

Não adianta tentar adivinhar qual o ponto mais vulnerável nem fazer investimentos no escuro (e muito menos contar com a sorte!). O melhor é ter um parceiro especializado de TI na gestão do seu sistema, identificando falhas e planejando melhorias com responsabilidade e expertise.

Conte com a gente nessa jornada. Faça um diagnóstico hoje na INOVIT!

Renato Carneiro – CEO INOVIT

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