Cibersegurança para pequenas empresas: proteja-se hoje!
Hoje vamos mostrar que, na realidade, as empresas pequenas estão muito mais vulneráveis a problemas com a segurança em TI do que grandes corporações; a boa notícia, entretanto, é que dá para se proteger com ajuda especializada e evitar sustos.
- Equipe inoviT
- 4 min de leitura

Você, micro, pequeno ou até médio empresário, ainda tem aquela ideia de que segurança digital é coisa de empresa grande? Acha que hacker só ataca multinacional e que vazamentos de dados não acontecem em empresas pequenas?
Hoje vamos mostrar que, na realidade, as empresas pequenas estão muito mais vulneráveis a problemas com a segurança em TI do que grandes corporações; a boa notícia, entretanto, é que dá para se proteger com ajuda especializada e evitar sustos.
Vamos ver como acontecem as falhas de cibersegurança nas pequenas empresas e como mitigar riscos da maneira correta!
Não há alvo pequeno demais
Vamos começar pelo mais importante: não há alvo pequeno demais para os hackers quando existe uma brecha na segurança. Pelo contrário: como empresas pequenas tendem a negligenciar a segurança dos seus sistemas e dados, elas acabam sendo alvos “prioritários” de ataques.
Um dado da Crowdstrike chama a atenção para essa realidade: em 2023, 41% das pequenas empresas foram vítimas de algum tipo de ciberataque, quase o dobro do número registrado dois anos antes. O recado é claro: se o pequeno empresário deixar a porta aberta, o vilão vai entrar.
São alguns dos erros cometidos por pequenos empresários que terminam custando muito caro quando algum problema grave acontece:
Equipe (ou o próprio empresário) despreparada para lidar com golpes de phishing (e-mails falsos, links maliciosos, etc);
Ausência de monitoramento de sistemas e segurança;
Falta de protocolos e políticas claras de segurança e tratamento de dados;
Antivírus e firewalls obsoletos, inadequados… ou até inexistentes;
Equipe de TI subdimensionada ou despreparada.
É aquela história: investir em cibersegurança está em “último plano”… até o dia em que a catástrofe acontece. Entre os ataques mais comuns nos pequenos e médios negócios está o temido ransomware, vírus que “sequestra” os dados da vítima e só os libera mediante pagamento de resgate, como já mostramos aqui no blog.
Segurança não é bicho de sete cabeças
É compreensível que o empresário ou gestor de pequena empresa fique confuso com os termos e ferramentas utilizados quando o assunto é cibersegurança. Para que comprar um software que ele nem sabe para que serve? Aliás, o que significa a complexa terminologia do “pessoal da TI” sempre que o assunto surge?
Cibersegurança não precisa e não deveria ser um “bicho de sete cabeças”. Complicar ou “burocratizar” demais os processos de TI para pequenas empresas só afasta o pequeno empresário dos procedimentos que ele precisa realmente seguir:
Adequar a empresa à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevenindo sanções, multas e problemas de reputação;
Capacitar a equipe para mitigar o risco de falha humana, que é a principal causa de brechas de segurança no ambiente digital das empresas;
Adotar, de maneira assertiva, softwares e processos para “blindar” sistemas e dados… sem exageros nem complicações.
Tendo auxílio especializado e descomplicado é possível entender claramente onde a empresa precisa melhorar e tomar atitudes preventivas, construindo uma verdadeira cultura de segurança digital sem sustos.
Foco no usuário
Como dissemos, o erro humano é a principal brecha na segurança digital das empresas; assim, uma ótima (e necessária) forma de mitigar riscos é treinando os colaboradores adequadamente. Mais que isso: é entender as demandas dos usuários, tirar suas dúvidas e oferecer suporte adequado.
Não basta apenas capacitar o funcionário para que ele desconfie de possíveis e-mails maliciosos e evite o uso de programas e backups não-oficiais da empresa, por exemplo; é preciso garantir um canal de compreensão entre ele e a TI de forma que dúvidas e sugestões possam fluir livremente dos colaboradores para o suporte – e as informações adequadas também transitem com fluidez no sentido contrário.
O colaborador precisa:
Se sentir motivado a construir uma cultura de cibersegurança;
Ser capacitado para reconhecer golpes de phishing;
Ser orientado adequadamente quanto ao uso de sistemas e processos;
Sentir que há um canal livre entre ele e o suporte de TI para dúvidas, sugestões e até reclamações;
Compreender os riscos do comportamento improvisado ou errático no ambiente digital.
Se o usuário está consciente, atento e adequadamente apoiado, o risco de falhas é automaticamente menor do que numa empresa onde nada disso acontece.
Blindagem que cabe no orçamento
Para atingir os objetivos que mencionamos, não é preciso reinventar a roda nem buscar uma infraestrutura de multinacional; é possível terceirizar a TI de forma relativamente enxuta e perfeitamente adequada ao tamanho e ao orçamento de cada empresa.
Um dimensionamento adequado da TI junto a uma terceirizada permite, por exemplo:
Backup estável, gerenciado e testado (o famoso “plano B” realmente funcional);
Controle de acessos (pastas, programas etc. segmentados conforme a função de cada colaborador);
Monitoramento de segurança ativo e atualizado sem necessidade de interferência do usuário.
Quer fazer um diagnóstico para entender o que exatamente a sua empresa precisa, sem improviso nem exagero? Chame a INOVIT e durma tranquilo!
Renato Carneiro – CEO INOVIT
Precisa de ajuda com a TI da sua empresa?
Fale com um especialista da inoviT e receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente.
Falar com um especialista


