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Gestão de TI

BI: Quando a TI passa de “suporte” a inteligência

Quem nunca tomou decisões baseadas na intuição ou num raciocínio superficial? Em alguns momentos da vida empresarial, muitas vezes o gestor segue seu próprio “faro” na hora da tomada de decisão.

  • Equipe inoviT
  • 5 min de leitura
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A gestão com base em critérios subjetivos e até nebulosos, entretanto, está sendo cada vez menos tolerada nas empresas (e com razão!). A era do “eu acho” está caindo e dando lugar a estratégias firmadas em análises minuciosas de dados e uso de modelos de inteligência que processam informações e cenários em grande escala.

É aí que temos o conceito de Business Intelligence (BI), ou “inteligência do negócio”: o conjunto de estratégias e tecnologias que, trabalhando de forma integrada e bem alimentada de dados relevantes, leva a diagnósticos mais profundos, gestões mais seguras e melhores resultados.

Hoje vamos ver não só como a BI é um ativo estratégico para as empresas, mas, sobretudo, como a Tecnologia da Informação (TI) se comporta no contexto de uma empresa que investe em BI. Vamos lá!

Gestão inteligente

Estamos na era das empresas “data-driven”, ou seja, literalmente, “guiadas por dados”: coleta e análise profunda de informações é a chave de uma gestão segura.

Nesse contexto, Business Intelligence é mais que trabalhar com base em análise de dados. Trata-se de um aprofundamento de ponta a ponta do processo de gestão, a saber:

. Decidir quais dados são relevantes;

. Coletar esses dados na escala adequada;

. Gerenciar, compilar e interpretar informações, sobretudo envolvendo o cruzamento de dados de forma inteligente;

. Realizar diagnósticos precisos em diferentes áreas da empresa;

. Construir cenários futuros com assertividade;

. Tomar decisões de forma segura e estratégica.

Para chegar nesses objetivos, usam-se softwares, processos automatizados e integração entre diferentes ferramentas. Existe um mercado inteiramente voltado a suprir a necessidade das empresas na área de BI: segundo dados da Business Research Insights, o mercado de BI já vale cerca de US$ 60 bilhões e deve quase triplicar esse número até 2035.

O uso de BI é mais do que trabalhar com um nome impactante e mostrar gráficos bonitos. Pelo contrário, pode levar a situações como:

. Perceber que determinado processo causa prejuízo oculto à empresa;

. Notar que um padrão de consumo do público consumidor está mudando;

. Identificar possibilidades de melhorias em produtos e processos;

. Entender com precisão as queixas e necessidades dos clientes;

. Localizar pontos de risco operacional em qualquer área da empresa.

BI não é “perfumaria”; em mercados cada vez mais competitivos, ela é a diferença entre quem voa e quem apenas “sobrevive” (ou quem fica pelo caminho).

TI na “fundação” do Business Intelligence

O conceito de Business Intelligence está intimamente ligado ao uso de ferramentas robustas que permitam não só a coleta e análise de dados em larga escala, mas também a correta interpretação dos resultados e seus impactos na tomada de decisão. BI não funciona “no vazio”.

É aí que entra a Tecnologia da Informação (TI), que acaba por ser uma “fundadora” (e mantenedora) de qualquer estratégia de BI nas empresas. A TI conecta as ferramentas de BI às fontes de dados, garante a sua segurança e ainda o seu processamento (haja poder computacional!).

Vamos ver como diversos elementos de TI se conectam às necessidades do BI:

Captação: o BI precisa se conectar a dados de vendas, estoque, linha de produção e outros que são gerenciados por sistemas de TI, o que torna a integração entre diferentes sistemas/ferramentas fundamental.

Segurança de dados: informações empresariais (e, às vezes, pessoais) sensíveis são transmitidas e analisadas por sistemas de BI em grande escala; é aí que a TI entra com a criptografia de dados, segurança das conexões, etc.

Processamento: BI exige poder computacional para compilar estatísticas, interpretá-las e levantar relatórios rapidamente, muitas vezes usando também ferramentas de Inteligência Artificial (IA). Gestão robusta de servidores é fundamental.

Armazenamento: ter backup e armazenamento em nuvem que garantam a alocação e disponibilidade de todos os dados é essencial.

Não adianta tentar “pensar inteligente” na gestão se os sistemas não se conversam, se não há onde armazenar dados ou se não é possível garantir a segurança digital da operação. Assim, uma gestão responsável e integrada de TI é o primeiro passo para conseguir simplesmente implantar (quem dirá manter e escalar) uma estratégia de BI em qualquer empresa.

TI especializada para um BI que funcione

Ter pessoal especializado na área de TI é essencial na operação, mas, especialmente, na implantação do BI. Não adianta deixar tudo nas mãos de um acanhado setor de suporte, ou pior, chamar o colaborador “que entende de informática” para sustentar o processo.

Sem apoio especializado, a própria definição do que comporá a estratégia de BI provavelmente já sairá errada. Entendamos o porquê:

. Podem ser usados dados irrelevantes, obsoletos ou duplicados;

. A escolha dos indicadores-chave (os chamados KPIs) corre risco de ser exagerada… e ter cem indicadores é o mesmo que não ter nenhum;

. Não será feita uma arquitetura de dados adequada;

A escolha das ferramentas a serem usadas corre grande risco de ser equivocada;

Não será possível garantir fluidez e segurança no processo. Algo importante a ter em mente é que a implementação de BI não é um “projeto sazonal” ou algo com um fim muito específico, mas uma cultura, algo permanente que permeará diferentes áreas da empresa, tornando-se elemento central na tomada de decisão.

Justamente por isso, é importante pensar também na evolução da BI, que precisará agregar novas ferramentas ao longo do tempo e contar com elementos como machine learning (aprendizado de máquina), num constante processo de inovação e evolução. Para não “travar” nesse fluxo e precisar recomeçar tudo do zero, é fundamental contar com quem entende.

Trabalhar em parceria é preciso! Se a sua organização já percebeu a relevância do BI e quer uma estratégia integrada e segura para dar um passo à frente, considere contar com uma consultoria especializada em TI como a INOVIT.

Fale conosco e ache seu “norte” no mundo do Business Intelligence!

Renato Carneiro – CEO INOVIT

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